sexta-feira, 14 de agosto de 2015


HOSPITAL DE ARROIOS


Não, caro Leitor.

Está aberto 24 horas por dia, mas... não é o Hospital de Arroios.

Esse fechou no início da década de 90 do século passado.

Já lá vão quase 25 anos!

Outrora um convento, vendido e revendido sabe-se lá quantas vezes, com projetos anunciados aqui e ali, continua na mesma:  vazio, estagnado, desolador.

Não será, propriamente, uma beleza.  Muito menos agora.

Mas é, sem dúvida, uma vergonha, manter aquilo assim para ali, em plena Praça do Chile e junto a uma das artérias mais movimentadas de Lisboa, a Avenida Almirante Reis.

Que coisa!






Outrora um marco da luta contra a tuberculose em Portugal - lembram-se das vacinas BCG? -, dir-se-ia que é ele próprio hoje um edifício tuberculoso.









Aparentemente, aguarda, apenas, que as enxurradas de água da chuva que entram por falhas cirurgicamente abertas - perdão, aparecidas - na cobertura façam o seu trabalho e tornem tudo aquilo irrecuperável.




Mas não:  isto das falhas nas coberturas já deve ser mania minha.  Acontecem, simplesmente...  e deixam-nas por lá ficar.

Falou-se, bastante, do Hospital de Arroios, mas, ultimamente, o silêncio é quase total.


It is responsible discretion exercised in the national interest to prevent unnecessary disclosure of eminently justifiable procedures.
"Yes, Minister" - "Sir Humphrey Appleby"


Adjacente ao Hospital, e tornejando da Rua António Pereira Carrilho para a Rua Quirino da Fonseca, a Igreja de Nossa Senhora da Nazaré, onde o Patriarcado vai mandando celebrar umas missas no rito ortodoxo... enquanto tudo aquilo não vai por ali abaixo, claro está.

O que falta?

Com tanta venda e revenda, com tanto projeto, por que mais esperam?

O que é que ainda está a emperrar?



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